Autoajuda: Como solucionar problemas conjugais no casamento e viver feliz

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Autoajuda – a arte de manter um relacionamento conjugal e lidar com os problemas que podem envolver esse tipo de relacionamento

Todos já sabem que não há fórmulas mágicas para os relacionamentos conjugais. A convivência é difícil, mas faz parte. É um aprendizado de querer bem o outro, de respeitar seu espaço, entender suas limitações, de ser o apoio quando ele precisa. A competição não pode existir. Ambos devem contribuir para o crescimento do seu companheiro ou companheira.

Falar parece fácil, mas a prática desse tipo de comportamento não é impossível. Muitos relacionamentos sólidos se constroem dessa forma e superam as asperezas do dia-a-dia, da rotina, dos problemas, das mudanças de humor, das pressões familiares, das decepções. Pois, do outro lado, há o companheirismo, a amizade, a compreensão, a segurança e, sobretudo, a confiança que é o pilar maior de toda e qualquer relação, amorosa ou não.

A confiança dá base para se seguir adiante, para confiar mais ainda, para acreditar que tudo pode dar certo, que os desentendimentos se resolverão, para mostrar que os problemas podem ser menores do que parecem ser. O relacionamento entre amigos, irmãos, namorados, cônjuges, só progride se isso existir.

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A maturidade ajuda. Hoje, a maioria das pessoas casa depois dos 30 ou até 40 anos. Busca-se a segurança na carreira, investir nos estudos, alcançar experiência profissional, a certeza do que querer na vida para, daí, pensar em constituir a vida com alguém, ter filhos ou não, comprar um animal de estimação. O relacionamento pode ser mais seguro se construído a partir dessa faixa etária.

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Mas há também casos de casais que se conhecem desde a faculdade, que se casaram novos e que conseguiram construir uma bela vida a dois, que são exemplo para casais buscam a mesma harmonia. Casais que completam bodas de prata, de ouro, que não vivem de aparências, mas sim de felicidades. Em primeiro lugar, vem o bem-estar da sua alma gêmea. Há indivíduos mais românticos, outros nem tanto. Mas todos, com certeza, têm um casamento solidificado no respeito.

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Em alguns relacionamentos, os casais fazem tudo junto; outros já preferem ser mais liberais. Em qualquer um dos casos, há casamentos que deram certo e outros não. Certos casais, a fim de melhorar ou salvar a relação, buscam ajuda em terapias de grupo. Psicólogos renomados discutem sobre o que os aflige e prestam orientações que possam ser válidas para encontrar a solução ou um caminho que traga a felicidade já vivida. Busca-se o equilíbrio para que cada um possa ceder um pouco e fazer a relação dar certo.

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Mesmo assim, há problemas que podem surgir no meio do caminho, mesmo nos melhores relacionamentos. Um deles, talvez o mais temido por todos, são as possíveis escapadinhas, ou relacionamentos extraconjugais. E, diante da comprovação de uma pulada de muro, o que fazer?

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Sentir-se enganado não é um dos melhores sentimentos. Dor, angústia, revolta, desejo de vingança, tudo aflora e parece inundar a alma de tristeza. Dar continuidade a um relacionamento após a traição é uma tarefa difícil e poucos conseguem superar o trauma.

A descoberta de estar sendo traindo geralmente traz o ciúme para a relação e prejudica tanto homens e mulheres. A confiança antes existente parece ter cedido a vez para a eterna desconfiança e o medo de tudo se repetir. A autoestima da pessoa traída é perdida e a lembrança da traição fica sempre rondando.

A primeira pergunta que vem à cabeça é o porquê de ter sido traído ou traída. Para achar a resposta, vale a pena tentar acalmar-se e ouvir as razões. Geralmente, aponta-se a falta de amor, de diálogo e de compreensão. Se não são aceitáveis por parte de quem foi enganado, pelo menos, deve-se conversar de forma civilizada. Agressões verbais costumam machucar bastante e não vão esclarecer os questionamentos. Agora, caso o desejo de ambos, mesmo com a traição, seja permanecer lado a lado, terão que promover mudanças consistentes para resgatar o que já viveram.

A traição é desagradável, sem dúvida, mas pode ser para algumas pessoas um momento de reflexão, de repensar como está o relacionamento, se o amor ainda existe e se é possível continuar. Prosseguir é preciso de qualquer forma, com a pessoa com que se vive, ou com outra, ou só.

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O que fazer após uma traição?

Tentar melhorar como ser humano é o que se pode tirar de vantagem ao constatar a traição. No mesmo relacionamento ou em um futuro, é normal que a pessoa não queira cometer os mesmos erros e buscar maneiras que conduzam a um caminho diferente.

Independente da escolha feita após sofrer uma decepção amorosa, perdoar parece ser ainda a melhor opção. Perdoar no sentido de não guardar rancor, afinal este é um sentimento que faz mal a todos. Para casais com filhos, a questão é mais complicada. Os laços e o contato não podem simplesmente ser rompidos. Os parceiros precisarão discutir a educação, participar de reunião de pais na escola, revezar finais de semana e férias com os filhos, acompanhar o ingresso na adolescência, dar assistência à saúde, enfim, prover o sustento e amá-los.

Diante da descoberta da traição, é inegável que tudo seja esclarecido. E nenhuma atitude precipitada deve ser adotada. Com serenidade, é mais fácil tomar decisões e o amor próprio, essencial para a felicidade, deve vir em primeiro lugar. É ele que dá coragem e confiança.

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